Mudanças na Certificação LPIC-2 e LPIC-3

Aos que pretendem tirar a certificação LPI nível 3 (a prova 301) fiquem atentos as mudanças que em breve serão colocadas em prática! As provas atuais 301 e 302 serão fundidas e nascerá a prova 300. A prova 300 será lançada em outubro de 2013. As provas 301 e 302 serão extintas até o final de 2013. A prova 300 terá o seguinte nome: Mixed Environment e será suficiente para que o candidato aprovado seja considerado certificado nível 3 (Senior). Minha dica é espere que as mudanças se consolidem para fazer a nova prova e continuem estudando só que agora para o conteúdo das duas provas antigas (301 e 302) ficando atento ao site oficial da LPI (http://www.lpi.org/linux-certifications/programs/lpic-3) conferindo todos os itens que caem na prova. A mesma coisa vale para quem vai fazer a nível 2. Temos mudanças nesse nível também: (http://wiki.lpi.org/wiki/LPIC-2_Objectives_V4)


Pergunta interessante de um aluno: “Como verificar as bibliotecas que um processo servidor utiliza após ser compilado?”

Pergunta interessante de um aluno do curso de Linux:

“Instalo um programa de forma compilada, por exemplo: httpd. Utilizo neste caso alguns parâmetros de compilação, por exemplo: ./configure –prefix=/usr/local/apache –enablessl –with-ssl, etc…., posso usar dezenas de parâmetros.

Depois de algum tempo: meses, anos, pode se fazer necessário, saber, quais foram os parâmetros de compilação deste programa, para saber, por exemplo, quais módulos e recursos foram ativados e neste momento, como eu faria isso? Existe algum comando para isso?”

Resposta:

Você pode usar o comando ldd no daemon do servidor. Ele irá listar todas as bibliotecas que estão sendo usadas por ele.

Por exemplo:

# ldd $(which openvpn)
    linux-gate.so.1 =>  (0xb77a0000)
    libpkcs11-helper.so.1 => /usr/lib/i386-linux-gnu/

libpkcs11-helper.so.1 (0xb76ca000)
    libssl.so.1.0.0 => /lib/i386-linux-gnu/libssl.so.1.0.0 (0xb7673000)
    libcrypto.so.1.0.0 => /lib/i386-linux-gnu/libcrypto.so.1.0.0 (0xb74c7000)
    liblzo2.so.2 => /usr/lib/i386-linux-gnu/liblzo2.so.2 (0xb74a3000)
    libdl.so.2 => /lib/i386-linux-gnu/libdl.so.2 (0xb749e000)
    libc.so.6 => /lib/i386-linux-gnu/libc.so.6 (0xb72f4000)
    libpthread.so.0 => /lib/i386-linux-gnu/libpthread.so.0 (0xb72d9000)
    libz.so.1 => /lib/i386-linux-gnu/libz.so.1 (0xb72c2000)
    /lib/ld-linux.so.2 (0xb77a1000)

Indicação de material para estudo de Linux

Meus alunos dos cursos de Linux sempre me perguntam quais livros vale a pena comprar, segue uma pequena relação de livros, sites, simulados e revistas.

Não podemos esquecer também que se fizermos pesquisas no Google conseguimos material de excelente qualidade também. Portanto, vale a pena alertar que livros de tecnologia rapidamente ficam obsoletos. Pensem nisso, antes de resolverem comprar. Fica aí a dica! Abraços!

 

  • Servidores Linux – Guia Prático – Autor: Carlos Morimoto -  Editora: GDH Press e Sul Editores;
  • Redes, Guia Prático – 2a. edição – Autor: Carlos Morimoto -  Editora: GDH Press e Sul Editores;
  • Expressões Regulares – Uma abordagem divertida – Autor: Aurelio Marinho Jargas – Edição: 4ª – Editora: Novatec;
  • Programação Shell Linux – 8ª Edição – Autor: Julio Cezar Neves – Editora: Brasport;
  • Bombando o Shell – Caixa de Ferramentas Gráficas do Shell Linux – Autor: Julio Cezar Neves – Editora: Brasport;
  • Técnicas avançadas de conectividade e firewall em GNU/Linux – Autor: Humberto L. Jucá – Editora Brasport;

Acho que vale a pena adquirir simulados Actualtests ou TestKing para treinar para as certificações da LPI (se pesquisar na internet é possível que encontre alguns para download);

Sites interessantes:

Revistas:

  •     Linux Magazine
  •     Infra Magazine

Análise da usabilidade da nova geração de interface gráfica para a distribuição Linux Ubuntu chamada Unity

Disponibilizo para ArtigoIHC-Unity um artigo que produzi em parceria com Marcos Antônio R. De Carvalho Filho na disciplina IHC (Interface Usuário-Máquina) no mestrado de Ciências da Computação na Universidade Federal de Goiás.


Aplicações do LED

O LED é um dos componentes eletrônicos mais utilizados no mundo da eletrônica. O LED pode ser utilizado na formação dos números em relógios digitais, na transmissão de dados através de controles remotos (LEDs infravermelhos), quando agrupados podem formar a iluminação de televisões com painel LCD, na iluminação residencial, comercial ou industrial, no mercado médico-hospitalar, na sinalização automotiva ou viária, em eletrodomésticos da linha branca, na arquitetura ou em locais de difícil manutenção ou acesso.

As televisões de LCD usam, em sua maioria, como fonte de luz lâmpadas fluorecentes de catodo frio que emitem luz branca intensa, mas o espectro de emissão é muito irregular aliado a isto para se ligar uma luz CCFL, é necessário aplicar 270 a 300 volts em corrente alternada, o que obriga o uso de um inversor de corrente (circuito que converte corrente contínua para corrente alternada). Uma vez acesa, a luz CCFL não se desliga mais, salvo se a televisão for desligada. A consequência disto é o impedimento da modulação de amplitude ou o desligado sistemático do sistema de iluminação da tela, que por sua vez, implica nos níveis de preto da televisão.

As telas de LCD recebem luz branca e a passa para um difusor para espalhá-la em cima de uma camada de cristais líquidos nemáticos. Cristais líquidos termotrópicos são isotrópicos. A diferença principal é que as moléculas nas substâncias de cristal líquido isotrópico têm um arranjo aleatório, enquanto nos nemáticos há uma ordem ou padrão definido. O objetivo desses cristais é o de deixar passar ou não luz incidente e transmiti-la a outra camada, composta dos pixels RGB, antes de chegar à tela. Esta passagem não permite uma maior seletividade, a não ser que fosse usado um monocromador em cada ponto de luz, mas isso é fisicamente impossível. Mesmo com essas limitações, o resultado final da imagem é satisfatória para a maioria dos sinais de fonte.

As novas televisões são iluminadas por um arranjo de LEDs. A parte de iluminação é construída por uma matriz bidimensional de LEDs. Os pontos da matriz podem ser identificados digitalmente através de métodos de endereçamento, o que permite a modulação da amplitude de luz, tanto na vertical quanto na horizontal da matriz. A montagem através de uma matriz permite a iluminação diferenciada de uma área, em relação às outras consequentemente o contraste dinâmico (é a relação de amplitude entre zonas claras e escuras) será muito melhor.

Os LEDs proporcionaram uma melhora no mouse. Atualmente, os mouses são óticos. Este tipo de mouse possui um diodo emissor de luz que reflete a luz que vem da superfície para um sensor.

Os LEDs também estão sendo utilizados na sinalização automotiva, tanto interna e externa nos veículos mais atuais e sofisticados. Internamente, os LEDs são usados em painéis. Externamente, os LEDs são usados em faróis (SuperLED) em substituição as lâmpadas de halogênio, conseguindo um desempenho melhor de 38 mcd/m contra 25 mcd/m das lâmpadas de halogênio e também lanternas.
Os semáforos já começam a usar como fonte de luz os LEDs. Como o LED é pequeno, seu tamanho se compara ao tamanho de uma borracha de lápis, usa-se um conjunto destes pequenos dispositivos que juntos conseguem dar uma uniformidade na iluminação não vista antes com a as lâmpadas incandescentes de halogêneo com potência entre 50 e 150 watts.

Grande parte das cidades dos Estados Unidos da América, já estão substituindo as lâmpadas incandescente por LED nos semáforos. E não é só o fato de o LED ter uma melhor uniformidade na iluminação que faz seu uso mais interessante, o LED brilha mais, dura mais e é mais econômico no consumo.

Outra vantagem dos LED é que ele não emite raios ultravioletas, o que o torna uma ótima opção para locais de difícil manutenção, como, museus e galerias, no qual os objetos não podem receber este tipo de radiação.

Na medicina, os LEDs também tem grande importância. Atualmente, eles são usados no combate a icterícia de bebês, tratamento de idosos, depressão e distúrbio do sono.

Existe também um outro tipo de LED, o OLED (Organic Light-Emitting Diode). O que diferencia o LED do OLED é que o último é um composto liquido, no qual são usados polímeros contendo substâncias orgânicas que brilham ao receber um impulso elétrico, que pode ser “impresso” sobre diversos tipos de superfície. O OLED possibilita uma melhor fidelidade de cores, melhor ângulo de visão e consumo elétrico mais baixo o que o tornou o substituto de iluminação no LCD das telas dos smartphones, porém a quantidade de iluminamento é menor se comparado o do LED convencional.

A tela OLED é instalada no meio de duas placas de vidro, com toda luz sendo emitida pela tela aumentando o aproveitamento da luz. A Nokia utiliza a tecnologia de OLED em seus smartphones, como, por exemplo, no modelo N85 que utiliza tela de AMOLED (Active-Matrix OLED), que é um OLED de matriz ativa. Na matriz ativa, cada ponto da tela é controlado diretamente por um transistor. Na matriz passiva, são usados transístores apenas para as linhas e colunas consequentemente a atualização da tela fica muito lenta, podendo deixar rastros borrados em caso de mudanças de imagens mais rápidas.


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